12 erros que podem atrapalhar (e muito) a sua experiência em Paris

12 erros que podem atrapalhar (e muito) a sua experiência em Paris

Viajar quase é sempre uma delícia, mas mesmo quando a gente planeja tudo bem direitinho, é inevitável cometer alguns errinhos ou acabar caindo em alguma “roubada”. As vezes são coisas que a gente consegue tirar de letra e resolver. Mas tem situações que podem ser de fato uma ducha de água fria e prejudicar toda a nossa experiência em uma viagem. Seja porque deixamos de visitar algo imperdível, ou porque gastamos mais do que o esperado, ou porque “faltou tempo” pra fazer todo o roteiro, o fato é que um bom planejamento e alguns cuidados básicos podem ajudar a garantir aquela viagem dos sonhos.

Cada cidade tem suas características e exigem cuidados específicos, e com Paris não é diferente. Nesse post a gente resolveu listar os erros mais comuns entre os turistas que visitam a “cidade luz”, com dicas para te ajudar a evitar as “roubadas”. Todos são verídicos e baseados em experiências reais que aconteceram ou com a gente ou com amigos e pessoas próximas. 🙂

1) Não pesquisar sobre como fica Paris na época da sua viagem

Esse é um erro muito comum: a pessoa compra as passagens, planeja o que vai fazer em Paris, mas não se dá conta de que existem múltiplas “Parises” dependendo da época do ano em que você vai viajar. E eu não me refiro só ao clima, apesar desse ser um importante fator. Sim, Paris tem estações do ano bem marcadas e definidas. Assim como o verão pode ser muito quente, com temperaturas acima de 35ºC e dias muito longos, no inverno faz frio, neva e os dias são bem mais curtos. E é evidente que tudo isso modifica muita coisa no seu planejamento de viagem, desde a arrumação das malas até o tipo de programação a fazer.

Entretanto, além das variações climáticas, faz toda a diferença saber se a sua viagem será na “alta temporada” (principalmente entre junho e setembro). Nessa época, a cidade fica abarrotada de turistas. As atrações principais fatalmente ficarão mais cheias, e você precisará de mais tempo para conseguir realizar a sua programação. Além disso, viajar em alta temporada pode exigir um gasto maior com hotéis e uma antecedência maior para montar a sua programação e reservar os passeios e visitas às atrações da cidade.

Outro detalhe que quase ninguém sabe é que agosto (e não julho, como no Brasil) é o mês de férias coletivas dos franceses, e eles aproveitam essa época para tirar férias mesmo! Algumas partes da cidade ficam desertas, com o comércio de maneira geral fechado. (é assim na França toda. Chegamos a ver cidades do interior que pareciam cidades fantasmas nessa época). Há quem diga que em agosto você encontrará mais turistas do que parisienses em Paris. Rsrs

2) Esquecer de olhar se o hotel/apartamento tem ar condicionado, frigobar, etc

Lembra que a gente falou que Paris tem o clima completamente diferente no inverno e no verão? Um dos erros mais comuns de quem viaja para Paris é escolher um hotel ou apartamento e simplesmente esquecer de conferir se o local conta com ar condicionado. Sim, diferentemente do Brasil, em Paris tem muuuuuuitos hotéis que não contam com ar condicionado, principalmente os mais antigos ou mais baratos.

Resultado? As noites podem virar um inferno de calor no verão e uma geladeira no inverno. Essa é uma reclamação frequente dos brasileiros que viajam para Paris, e a dica é confirmar se de fato seu hotel ou apartamento conta com sistema de ar condicionado.

3) Visitar uma atração no dia errado e “descobrir” que está fechada

Imagine que você separou a terça-feira inteirinha só pra visitar o Louvre, mas quando chegou ao museu, encontrou as portas fechadas. Como assim, o Louvre fecha? Em plena terça-feira? Sim, para alguns pode parecer óbvio, mas tem muita gente que não se atenta a esse “detalhe” tão importante: os dias e horários de funcionamento de cada atração.

Sim, isso pode ser um problema em qualquer viagem, mas em Paris é ainda mais grave: imagina sair de Paris sem conhecer o Louvre, o Musée D’Orsay ou a Torre Eiffel? Desesperador, né?

O que acontece é que cada atração tem seus próprios dias e horários de funcionamento, e não há um “padrão” quanto a isso, ou seja, não tem um único dia em que tudo esteja fechado. Se o Louvre fecha às terças, o Museu D’Orsay por exemplo fecha nas segundas. A Torre Eiffel não fecha nunca (mas se você não comprar com antecedência, pode não conseguir visitar, como explico no próximo item).

Da mesma maneira, os feriados podem atrapalhar inteiramente o seu planejamento. Aqui do Brasil a gente mal fica sabendo dos feriados específicos dos outros países, mas é importante pesquisar se durante a sua viagem a Paris vai acontecer algum feriado.

Portanto, a dica é: nunca esqueça de pesquisar os dias e horários de funcionamento de cada atração que você pretende visitar, bem como os feriados da cidade, para não visitar uma atração no dia errado. 🙂

4) Comprar entradas para as principais atrações (Tour Eiffel, Louvre, etc) em cima da hora ou no próprio dia da visita

Em pleno século XXI tem muita gente que ainda viaja sem ter nada planejado e deixa pra decidir a programação em cima da hora. Esse tipo de comportamento pode não impactar muita coisa em determinados destinos de viagem, mas em Paris, é certeza de horas jogadas no lixo (e horas calculadas em euros, o que é ainda pior).

Atualmente, todas as atrações de Paris fazem venda de ingressos pela internet com bastante antecedência. Para visitar a Torre Eiffel, por exemplo, você consegue marcar não só o dia mas até a hora exata da sua visita. Aí basta chegar no dia marcado com uns 15 minutos de antecedência e entrar tranquilamente, sem filas. Não é perfeito?

Outra ótima opção são os passes como o Paris Museum Pass, que garantem a entrada sem filas nas principais atrações de Paris (exceção é a própria Torre Eiffel, que precisa ser comprada a parte) e gera uma grande economia de tempo e também de dinheiro. Sim, como a gente conta no post sobre o passe, os valores individuais de cada atração, quando somados, saem mais caros do que o preço do Paris Museum Pass.

Quem deixa para comprar as entradas na bilheteria de cada atração precisa encarar uma fila que pode levar horas (conheço quem tenha ficado 4 horas esperando para conseguir subir na Torre Eiffel). Com as demais atrações não é muito diferente, e a “liberdade” de deixar para comprar na hora pode custar um tempo precioso. Muitas das atrações parisienses inclusive vem acabando com a venda presencial e trabalhando apenas com venda online antecipada. Portanto, para que correr esse risco se dá pra comprar tudo do conforto do lar e fazer as visitas sem stress?

O bom é que esse “erro” pode ser corrigido agora! Uma ótima plataforma para compra de ingressos online para as principais atrações de Paris é a Get Your Guide (nº 1 do mundo em passeios turísticos). Para garantir segurança e tranquilidade na sua viagem, é só clicar em uma das opções abaixo e garantir seu passeio sem filas! 🙂

 

5) Programar muitas coisas distantes umas das outras contando com a eficiência do metrô

A malha metroviária de Paris é de fato excelente, das melhores do mundo. Mas não faz milagres. Paris é uma cidade muito grande, e deslocamentos de um extremo a outro da cidade podem exigir muitas baldeações (trocas de estações de metrô). Além disso, muitas dessas estações são antigas, sem escada rolante e com longos trechos para você percorrer a pé. O resultado é que você pode acabar levando muito tempo nesses deslocamentos e vendo sua programação que estava tão bonita na planilha ir por água abaixo.

O ideal em Paris é sempre que possível dividir seu roteiro por regiões que você pretende visitar, e aí aproveitar para visitar todas as atrações de uma mesma região naquele dia. Exemplo: Não faz muito sentido ir para Montmartre e SacreCoeur (norte da cidade) e no mesmo dia visitar também as Catacumbas de Paris (mais para o extremo sul da cidade). O tempo perdido no deslocamento pode te obrigar a ficar menos tempo do que o necessário em cada atração, e curtir a viagem menos do que você gostaria.

6) Jogar fora o bilhete do transporte público

Nos metrôs de Paris, o bilhete de metrô é um papel com uma tarja magnética, que é carimbado a cada utilização. Seja válido para 1 ou mais viagens, o procedimento é sempre o mesmo: você insere o bilhete, a catraca se abre, e você pega o bilhete de volta, dessa vez com um carimbo que identifica a data e a hora da utilização. Tudo resolvido, o que a gente faz? Joga o bilhete fora no lixo? JAMAIS!!!

Existem fiscais que podem te abordar a qualquer momento ao longo da viagem de metrô, e nesse momento você deve apresentar o bilhete que você utilizou. Se não estiver em posse do bilhete, é multa de até 60 euros sem choro nem vela. Não adianta dizer que é turista ou inventar alguma desculpa, os fiscais não aceitam nada além da apresentação do bilhete. Muitos turistas acabam desavisados ou distraídos acabam sendo “pegos” nessa situação e uma multa de 60 euros é algo que, na cotação atual da moeda, definitivamente pode arruinar seu dia (ou até a sua viagem). Fora a experiência de tomar uma repreensão de um fiscal e se sentir acusado de algo, né?

Eu nunca cheguei a ser multado, mas eu tinha o hábito de ir acumulando os bilhetes usados no mesmo bolso da calça. Uma vez fui abordado pelo fiscal, e acabei entregando o bilhete “errado” pra ele. Por sorte, achei o bilhete correto na sequência, arranhei meu sotaque francês e contornei a situação. Mas aprendi a lição: o bilhete atual vai sempre para um bolso específico e fica separadinho lá para ser apresentado. 🙂

7) Se hospedar em uma localização ruim

Eu costumo dizer que para estar bem localizado em Paris é necessário estar relativamente próximo a 3 coisas: pontos turísticos que você pretenda visitar; estações de metrô e bons restaurantes. Entretanto, hospedagem em Paris costuma ser bem caro, se tornando um dos maiores gastos da viagem. Na tentativa de economizar, muita gente acaba se hospedando em hotéis ou apartamentos muito distantes de tudo, contando com a rede de transportes de Paris – que de fato é muito boa. Mas como eu disse no item 5, é boa mas não faz milagre.

Ficar muito mal localizado em Paris pode acabar te fazendo gastar muito tempo em deslocamentos longos e repetitivos todos os dias (além do próprio gasto com transportes). A dica é tentar encontrar um meio-termo, com a melhor localização no preço que você está disposto a pagar. Para saber onde se hospedar em Paris, temos um post falando dos melhores bairros e dando sugestões de bons hotéis e apartamentos na cidade:

Leia também: Dicas para onde se hospedar em Paris

8) Programar atrações demais para o mesmo dia (para aproveitar os passes de museus)

Quem nunca caiu nessa armadilha, que atire a primeira pedra. Os passes das cidades, como o Paris Museum Pass, são excelentes e permitem uma boa economia de tempo e dinheiro. O “problema” é que, por darem direito a muitas atrações e terem um custo significativo, a gente naturalmente tenta fazer um “malabarismo” para encaixar 10 museus, 2 monumentos e 3 palácios no mesmo dia. Rsrsrs

O resultado disso é que a gente pode acabar se cansando logo nas primeiras atrações e as visitas seguintes acabam se tornando uma mera formalidade. Eu particularmente acho que cada pessoa tem o seu limite de tempo e de disposição para aproveitar de verdade uma atração como um museu, por exemplo. O meu é por volta de 3h a 4h por dia – mais do que isso eu já fico impaciente e começo a passar direto pelas obras, só para “acabar logo”. E essa não é a maneira certa de aproveitar um museu, concordam?

Quer aproveitar ao máximo o investimento feito em um passe como o Paris Museum Pass? Então aproveite bem cada uma das atrações que você visitar. Curta o momento e faça a visita no seu tempo. Ir a um museu ou a um monumento só para fazer “check in” na listinha de lugares visitados é um grande desperdício.

9) Achar que por estar em Paris pode andar “distraído” nos metrôs, ônibus ou pontos turísticos

Esse é um equívoco muito comum para nós, brasileiros. Quando viajamos, muitas vezes relaxamos, afinal, “violento é o Brasil”. A impressão é de que estamos sempre super seguros. Paris e as cidades europeias em geral tem índices de criminalidade muito menores do que o das grandes cidades brasileiras.

Mas quando o assunto é furto (os famosos ‘pick pockets‘) ou pequenos golpes, eu me arriscaria a dizer que Paris dá uma aula até no meu Rio de Janeiro. Se der bobeira um único segundo dentro do metrô, ficar dando pinta que é turista, falando alto em português, pode ter certeza que vai passar um “espertinho” e desaparecer com a sua carteira como num passe de mágica. E se já é ruim perder a carteira no nosso país, imagina no exterior?

Não se trata de colocar a culpa de um crime (furto) na vítima, que fique bem claro. A culpa é e sempre será do bandido. Mas esse é o tipo de crime que, com alguma precaução, a gente consegue minimizar bastante as chances de que aconteça. Sempre que estiver em transportes de massa ou em grandes aglomerações em Paris, a dica é ficar atento e fazer de tudo para dificultar a vida dos pick pockets: mochila virada para a frente, carteira nos bolsos da frente da calça, dinheiro espalhado pelos bolsos ou na ‘doleira’, etc.

10) Não olhar os preços das coisas (especialmente em restaurantes)

Essa também pode parecer óbvia, mas acredite: tem muita gente que tem o costume de não olhar os preços das coisas (por exemplo em restaurantes) e sai pedindo tudo que dá na telha. No Brasil (ou em qualquer lugar do mundo) esse já não seria um hábito recomendável, mas especialmente em Paris, uma das cidades mais caras do mundo para comer fora, isso pode representar um tremendo baque nas finanças.

Eu sou daqueles que primeiro olha a coluna dos preços para depois olhar a coluna com o nome dos pratos, rsrsrs. Mas vou dar um exemplo de uma experiência real que aconteceu em uma viagem em família, muitos anos atrás. Em uma ‘brasserie’ super famosa, mesa grande, ninguém se deu ao trabalho de olhar o cardápio de bebidas e foram pedindo refrigerantes como faziam no Brasil. Da nossa mesa, vimos o garçom abrindo uma garrafa de 2 litros, servindo os copos e nos trazendo até a mesa (ou seja, nem era uma latinha para cada um). Ao final, veio a conta: 14 refrigerantes a 4,95€ cada um. Ou seja, a conta já partiu de quase 70€ somente em refrigerantes! Ainda bem que nessa época não era eu quem pagava a conta. Rsrsrs

Não custa nada olhar os preços antes de fazer o pedido, né? 🙂

11) Não contratar um seguro viagem

Provavelmente você conhece alguém que te disse que não precisa fazer seguro viagem para viajar para a França, que eles não pedem nada na hora de entrar no país, etc. Pois bem, saiba que eles estão ERRADOS e que o seguro viagem é OBRIGATÓRIO para entrar em Paris ou em qualquer cidade da União Europeia.

Nem sempre o seguro viagem vai ser solicitado (a escolha é aleatória), mas se calhar de te escolherem e você estiver sem o seguro viagem, as chances são grandes inclusive de você ser deportado de volta para o Brasil. Já pensou a dor de cabeça e o prejuízo?

Além disso, geralmente fazemos seguro torcendo pra não precisar usar, né? Mas se você tiver qualquer problema de saúde que exija uma consulta médica ou internação, os preços não são nada amigáveis se você estiver sem o seguro viagem.

Na única ocasião em que precisei de fato do seguro viagem a experiência com a empresa Seguros Promo foi muito positiva. Bastou ligar para o número de telefone indicado (atendimento rápido e todo em português) que conseguimos a liberação para a internação e os exames, tudo sem pagar nada e sem maiores burocracias. Além disso, o site deles é muito fácil de usar, e o preço é imbatível. E eles estão sempre com cupons de desconto que deixam o seguro ainda mais barato.
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12) Ficar poucos dias em Paris

Ficar menos tempo do que o necessário em qualquer cidade é um problema. Em Paris, principalmente se for a sua 1ª vez, ficar pouco tempo é uma heresia! Rsrsrs

Só para visitar as atrações “obrigatórias” para um turista, Paris vai demandar pelo menos de 3 a 4 dias (fazendo tudo em um ritmo bem corrido). Mas muito da graça de Paris é justamente sair do circuito 100% turístico e se permitir aproveitar a cidade como um parisiense, flanando pelas ruas, indo em feiras e comércios de rua, enfim, vivendo um pouco da cidade.

E convenhamos que a partir do momento que você investe uma grana e cruza o oceano para ir até Paris, não faz sentido que a viagem seja só um grande checklist de pontos turísticos e selfies rápidas, certo? Por conta disso, se for a sua primeira vez em Paris, eu aconselharia um mínimo de 6 dias na cidade. Nas próximas vezes tudo bem, aí você fica mais ou menos tempo de acordo com o nível da sua paixão pela cidade luz. 🙂


E você, já cometeu algum desses errinhos que podem atrapalhar a sua viagem em Paris? Qual foi o seu maior erro de planejamento? Conta pra gente!


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Augusto
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