Rota dos vinhos da Borgonha

Roteiro de 2 dias pela Rota dos Vinhos da Borgonha, na França

Ah, a Borgonha! Impossível ouvir esse nome e não pensar imediatamente em…vinhos. Localizada no centro leste da França, é na Borgonha que são produzidos alguns dos melhores e mais renomados vinhos do mundo. Apesar da produção nem ser tão grande (apenas 3% dos vinhedos do país ficam na Borgonha), é a qualidade do vinho local que impressiona. A Borgonha sozinha detém cerca de 20% dos vinhos com o selo AOC (Appellation d’Origine Contrôlée) de toda a França, que é garantia de alta qualidade e de respeito aos métodos tradicionais de produção do vinho.

Produzidos principalmente a partir da uva Pinot Noir (para os tintos) e Chardonnay e Aligote (para os brancos), os vinhos da Borgonha são classificados em quatro tipos: grand cru (os melhores), premier cru, AOC comunal e AOC régional. Todas essas denominações dizem respeito aos ‘Climats‘ (área delimitada de um vinhedo com qualidade e individualidade reconhecidas ao longo do tempo) e ao ‘Terroir‘ (conjunto de fatores ambientais que influem em um vinho, como solo, subsolo, sol, chuvas, temperatura, amplitude térmica, vento, relevo, micro-organismos, etc) de onde acontece a produção dos vinhos. Em resumo, cada um desses fatores ajuda a definir as características dos vinhos. Mesmo vinhos produzidos em um mesmo local podem ser completamente distintos em função dos métodos de produção, das técnicas utilizadas, etc. Para se ter uma ideia da importância dessa região, os ‘climats’ da Borgonha são considerados Patrimônio Mundial pela UNESCO.

Rota dos vinhos da Borgonha
Rota dos vinhos da Borgonha

#dicaviajaredemais: Para quem quiser saber mais sobre os vinhos da borgonha, a dica é o livro “Vinhos da Borgonha: História, Tradição e Cultura” (escrito pelo renomado sommelier franco-brasileiro Jean Claude Cara). Infelizmente só ganhamos o livro depois da viagem, porque certamente teria nos ajudado muito no planejamento e nas experiências etílicas! Aliás, fica a dica, o livro é um um presentão para quem gosta de vinhos! Aproveita que nesse link dá pra comprar com desconto na Amazon.com.br. 🙂

Rota dos Vinhos da Borgonha: livro "Vinhos da Borgonha: História, Tradição e Cultura"
Rota dos Vinhos da Borgonha: livro “Vinhos da Borgonha: História, Tradição e Cultura”

Sendo assim, muita gente sonha em conhecer essa região e viajar pela chamada “Rota dos Vinhos da Borgonha”, ou “Rota dos Grand Crus da Borgonha”. Apesar da Borgonha ser dividida em 5 sub-regiões, normalmente a maioria dos visitantes se concentra em um trecho de cerca de 40/45 km de extensão, conhecido como Côte d’Or (ou “costa do ouro”). É nesse trecho – que vai do sul de Beaune até a cidade de Dijon – que fica concentrada a maior parte dos vilarejos e seus vinhedos que dão origem aos ‘Grand Crus’, os vinhos de máxima qualidade.

Entretanto, apesar de ser um paraíso para os apaixonados por vinhos (como nós), engana-se quem pensa que a Borgonha se limita a isso. Com paisagens incríveis, vinhedos a perder de vista, construções históricas, cidades com ares medievais e uma gastronomia riquíssima, o passeio pela Borgonha tem atrativos para todos os gostos.

Se você também é um dos que sonham em colocar a Rota dos Vinhos da Borgonha no roteiro de viagem pela França, provavelmente tem muitas dúvidas em relação a melhor forma de explorar essa região. Quantos dias devem ser dedicados a Rota? Por quais cidades passar? O que tem pra fazer? Dá pra ir de trem, ou só de carro? Para responder a essas e outras perguntas sobre a Rota dos Vinhos da Borgonha, preparamos esse post detalhando nosso roteiro de 2 dias pela região, contando um pouco sobre cada uma das cidades e vilarejos que visitamos, com dicas de passeios, restaurantes, hospedagens e, claro, vinhos! 🙂

Nosso roteiro de 2 dias pela Rota dos Vinhos da Borgonha

Fizemos a Rota dos Vinhos da Borgonha no mês de agosto, em pleno verão francês. Em nosso roteiro de 21 dias pela França, dedicamos 2 dias (+- 48 horas) para explorar os sabores, aromas e belezas da região da Borgonha. Existem muitas formas diferentes de fazer essa rota e conhecer a região. Em função do tempo e da logística da viagem como um todo, optamos por ir de trem até a cidade de Beaune, que utilizamos como base para 1 das noites, e dali alugamos um carro para explorar a Côte de Beaune e Côte de Nuits, que juntas formam a Côte d’Or. Encerramos o passeio justamente na capital da Borgonha, a cidade de Dijon, que utilizamos como base para a nossa 2ª noite do roteiro.

Outra dica bem importante para quem quer fazer esse roteiro é evitar as rodovias expressas (cujos nomes começam com a letra A) e optar sempre pelas estradas menores (cujos nomes começam com a letra D), em especial as D973 e D974. Para isso, você terá que configurar bem o seu GPS e marcar pontos que “forcem” a indicação das estradas menores – já que em geral o GPS prioriza as estradas principais, que são mais rápidas, maiores, porém você não vai ver nenhum vinhedo ou vilarejo e ainda vai pagar pedágio. Falo por experiência própria – como contaremos na sequência, logo no início da rota a gente acabou caindo em uma rodovia principal e “morremos” em 3 euros de pedágio. Rsrsrs. A dica é marcar na rota algumas das cidades da rota (todas as que serão citadas na sequência desse texto) para obrigar o GPS a te levar pelos caminhos mais bonitos.

1º dia: Beaune, Châlon-Sur-Saône e Côte de Beaune

Nosso 1º dia foi dedicado a explorar a cidade de Beaune e descer pelas cidades da Côte de Beaune.

Beaune | Rota dos Vinhos da Borgonha

Começamos o roteiro pela Borgonha pela cidade de Beaune, uma das maiores da região, com cerca de 22 mil habitantes. Apesar disso, a cidade é facilmente explorável a pé, e foi o que fizemos por cerca de 4 horas antes de alugar um carro para conhecer mais cidades e vilarejos nos arredores. Em Beaune, destaque para as muitas vinícolas locais que podem ser visitadas sob agendamento, e para a visita aos “Hospices de Beaune – Musée de l’Hôtel-Dieu“. O local, um antigo hospital construído em 1443, é uma verdadeira joia da arquitetura gótica que se manteve inteiramente preservada até os dias atuais. Quer saber como foi nosso roteiro completo por Beaune?

+ O que fazer em Beaune, na França? Roteiro de 1 dia na capital dos vinhos da Borgonha

Châlon-sur-Saône | Rota dos Vinhos da Borgonha

Aproveitando que no verão o sol vai até as 21h30, nesse mesmo dia já alugamos o carro e partimos para o sul de Beaune, pela região conhecida como “Côte de Beaune”. Fomos diretamente para outra cidade relativamente grande da região chamada “Châlon-sur-Saône”. A cidade, que é banhada pelo rio Saône (daí o nome) tem um centrinho bem agradável e também pode facilmente ser percorrido a pé. Dedicamos boas 2 horas a cidade, com destaque para a caminhada pelas margens do Rio, para a Place de l’Hôtel de ville (onde fica a bela Église Saint-Pierre) e para a Place Saint-Vincent, onde fica uma catedral de mesmo nome.

Rota dos Vinhos da Borgonha: cidade de Châlon-sur-Saône
Rota dos Vinhos da Borgonha: cidade de Châlon-sur-Saône

Ah, estando em Châlon, não deixe de visitar também a simpática lojinha Les Trois Greniers. O local é especializado em produtos locais, e fizemos até uma mini degustação de mostardas (acredite, existem dezenas de tipos diferentes) e de Pain d’Épice, uma iguaria típica da região que lembra o nosso pão de mel.

Rota dos Vinhos da Borgonha
Rota dos Vinhos da Borgonha: simpática lojinha Les Trois Greniers em Châlon-sur-Saône

Na sequência, pegamos o carro em direção a Beaune novamente, dessa vez pela rodovia D-974, esta sim cercada de vinhedos e cortando uma série de micro-vilarejos e comunas onde são produzidos alguns dos melhores vinhos da região.

Puligny-Montrachet | Rota dos Vinhos da Borgonha

Desse ponto em diante a viagem toda se resume a: vinhedos, micro-vilarejos com casinhas medievais, alguns ‘chateaus’ de vinícolas e igrejinhas. Que delícia de trajeto! 🙂 Todos os vilarejos ou “comunas” são na verdade são muito próximos um dos outros (menos de 1 km de distância) e bem semelhantes entre si, então não há necessidade de parar em todas elas (ah não ser que esteja com tempo pra isso, é claro).

Puligny-Montrachet é uma pequena comuna de menos de 500 habitantes, pela qual apenas passamos de carro, sem parar. A especialidade são os vinhos brancos da uva Chardonnay.

Mersault | Rota dos Vinhos da Borgonha

Meursault é mais uma das comunas cercadas de vinhedos e repleta de construções da idade média, em pedra. Com cerca de 1500 habitantes, paramos rapidamente para algumas fotos da pracinha principal, ruas e vinhedos. Aqui a especialidade também são os vinhos brancos de uva Chardonnay.

Rota dos Vinhos da Borgonha: Meursault onde a especialidade são os vinhos brancos de uva Chardonnay
Rota dos Vinhos da Borgonha: Meursault onde a especialidade são os vinhos brancos de uva Chardonnay

Volnay | Rota dos Vinhos da Borgonha

A comuna seguinte fica bem na sequência, e quase não se percebe a separação entre uma e outra (só pelas placas na estrada). Como o sol já estava começando a se por, acabamos passando bem rapidamente pela cidade, sem descer do carro.

Pommard | Rota dos Vinhos da Borgonha

Pommard é mais uma das importantes comunas dessa região. Apesar de não haverem vinhedos Grand Cru dentro de Pommard, são vários os vinhedos Premier Cru altamente conceituados. Aqui a especialidade é o tinto feito da uva Pinot Noir. Atravessamos o vilarejo de carro, bem lentamente, admirando as construções medievais e vinhedos.

Rota dos Vinhos da Borgonha: Pommard - construções medievais e vinhedos
Rota dos Vinhos da Borgonha: Pommard – construções medievais e vinhedos

De volta a Beaune | Rota dos Vinhos da Borgonha

Sim, a noite terminou novamente em Beaune, onde jantamos no restaurante Loiseau des Vignes e ainda aproveitamos para explorar novamente a cidade e “nos perder” pelas ruas iluminadas da cidade. Ficamos hospedados no hotel Le Cep.

Segue abaixo um mapa detalhado com todos os lugares que visitamos nesse 1º dia pela Rota dos Vinhos da Borgonha.

2º dia: Beaune, Côte de Nuits, Clos de Vougeaut e Dijon

No segundo dia saímos cedo de Beaune em direção a Dijon, passando pelo trecho da rota dos vinhos da Borgonha conhecido como Côte de Nuits.

Nuits-Saint-Georges | Rota dos Vinhos da Borgonha

Por conta do nosso cronograma, passamos apenas por fora da cidade, que com 5600 habitantes, produz vinhos tintos da uva Pinot Noir.

Vosne-Romanée | Rota dos Vinhos da Borgonha

Com um centrinho minúsculo, é nessa comuna que se produzem alguns dos melhores vinhos tintos da Borgonha, em especial o aclamado Romanée Conti.

Rota dos Vinhos da Borgonha: comuna que se produzem alguns dos melhores vinhos tintos da Borgonha
Rota dos Vinhos da Borgonha: comuna que se produzem alguns dos melhores vinhos tintos da Borgonha

Vougeot | Rota dos Vinhos da Borgonha

Em Vougeot é possível fazer um dos passeios mais legais da região, a visita ao Chateau Clos de Vougeot . O local era originalmente utilizado a prática da vinicultura desde o século XII por monges da Ordem Cisterciense. Já no século XVII ocorreu a construção do castelo/palácio que hoje se tornou um museu com quatro gigantescas prensas de uvas utilizadas na época dos monges.

Rota dos Vinhos da Borgonha: Vougeot - visita ao Chateau Clos de Vougeot
Rota dos Vinhos da Borgonha: Vougeot – visita ao Chateau Clos de Vougeot

A visita pode ser feita em cerca de 45 minutos, e custava 7,50 euros por pessoa. Além de alguns salões representando como era feito o processo de preparação do vinho, é possível assistir ainda um vídeo que conta a história do local e da Borgonha como um todo. Passeio super agradável, local muito bem conservado e que rende umas fotos bem legais. 🙂

Rota dos Vinhos da Borgonha: Chateau Clos de Vougeot
Rota dos Vinhos da Borgonha: Chateau Clos de Vougeot

Dijon | Rota dos Vinhos da Borgonha

Encerramos o nosso tour de 2 dias pela Borgonha por Dijon, cidade que escolhemos como base para passar a 2ª e última noite na região. Com 150.000 habitantes, a encantadora e histórica cidade de Dijon, famosa mundialmente por sua mostarda, é uma das paradas obrigatórias para quem faz a rota dos Grand Crus da Borgonha, na França.

Para conhecer um pouco da cidade, dedicamos 1 dia inteiro (24h) a Dijon, em especial ao seu centro histórico. Essa parte da cidade pode ser toda explorada a pé, e vale separar um tempinho para conhecer Dijon com a calma e atenção que a cidade merece. Entre os destaques, eu citaria a subida na Tour Philippe ‘Le Bon’, o Musée des Beaux Arts que funciona no antigo Palais des Ducs; a Place Darcy com seu “mini arco do Triunfo” e a ‘Chouette’, uma corujinha simpática esculpida no exterior da Igreja de Notre Dame e que é um dos símbolos da cidade. Além das lojas de Mostarda, e dos vinhos, sempre! 🙂

Ficou curioso para saber o que dá pra fazer em 1 dia inteiro em Dijon?

+ O que fazer em Dijon? Roteiro de 1 dia na capital da Borgonha, na França

Segue abaixo um mapa detalhado com todos os lugares que visitamos nesse 2º dia pela Rota dos Vinhos da Borgonha.

O que é imperdível na Rota dos Vinhos da Borgonha?

Bom, para quem gosta de vinhos, obviamente o mais imperdível de tudo é essa imersão na cultura local, a sensação de voltar no tempo e passear por lugares que remetem às tradições do passado e que permanecem até hoje produzindo com excelência alguns dos melhores vinhos do mundo. Além disso, só a experiência de visitar os centros históricos de Beaune e Dijon já faz a viagem pela região valer a pena.

Em que época vale a pena fazer a Rota dos Vinhos da Borgonha?

De maio até setembro o clima da região é bem agradável e os vinhedos estarão bonitos e crescidos. Como a colheita / vindima acontece em final de agosto ou setembro, nessa época você vai encontrar as parreiras bem carregadas de uvas. Além disso, as cidades da região costumam fazer festas para celebrar a colheita, e festas sempre são boas ocasiões para conhecer uma cidade. 🙂 Já no inverno a coisa muda de figura: o clima esfria bastante, e a neve deixa as videiras bem secas. Nessa época muitos restaurantes e hotéis inclusive não funcionam por conta da queda no movimento de turistas. Em geral, é preferível visitar a Borgonha nas épocas mais quentes do ano.

Quantos dias seriam o ideal para fazer a Rota dos Vinhos da Borgonha?

Nosso roteiro de 2 dias inteiros foi suficiente para conhecer bem as cidades de Beaune e Dijon, mas achei um pouco corrido para visitar as demais cidades e vilarejos (que acabamos conhecendo apenas de passagem). Acabamos não tendo tempo sobrando para visitar tantas vinícolas quanto gostaríamos e degustar uma variedade maior de vinhos. Além disso, seria incrível ter pelo menos 1 dia inteiro a mais para explorar parte dessa rota de bicicleta – nesse caso, a experiência certamente seria ainda mais incrível. Por conta disso, eu diria que talvez de 3 a 4 dias inteiros seriam a duração ideal para fazer a Rota dos Vinhos da Borgonha podendo explorar mais cidades além das 2 principais.

Qual o melhor meio de transporte para a Rota dos vinhos da Borgonha?

Bom, a primeira coisa que você tem que fazer é chegar até Beaune ou Dijon (cidades ideais para o início da Rota dos Vinhos e para serem usadas como base da viagem). Em ambas, a melhor forma de chegar é utilizando o trem (ambas possuem estações bem próximas ao centro histórico).

Já para fazer a rota em si, em especial o trecho de 40 e poucos quilômetros entre Beaune e Dijon, eu diria que carro ou bicicleta seriam os meios de transporte ideais. Nesse caso, a escolha vai depender do seu estilo de viagem, é claro (pedalar por 40km não é pra qualquer um, hehehe). O grande problema do carro é que obviamente bebida e direção não combinam, então o grande dilema é: como fazer para explorar tantas vinícolas sem poder beber por conta do carro? Quem souber a solução para essa “equação”, por favor nos ajude a descobrir. Rsrsrs

Eu confesso que após fazer a rota de carro, fiquei morrendo de inveja de quem fez de bicicleta. Coloquei como meta da vida revisitar a região com tempo de explorar tudo de bike, parando para degustar os vinhos de cada uma das caves e vinícolas. 🙂

Onde comer na Borgonha?

Em geral, come-se muito bem em toda a região da Borgonha. Em Beaune, recomendo o estrelado restaurante Loiseau des Vignes, com uma das melhores cartas de vinho da região, que inclusive é feita pelo autor do livro “Vinhos da Borgonha: História, Tradição e Cultura” que eu recomendei no comecinho do texto. Em Dijon, tivemos ótimas experiências em 2 restaurantes: o estrelado Restaurant William Frachot (mais requintado) e o La Fine Heure (mais simples, de comida local).

Onde se hospedar na Borgonha?

As 2 melhores cidades para pernoitar são Beaune e Dijon. Em Beaune, recomendo especialmente o Hotel Le Cep. Em Dijon, a dica é o Grand Hotel La Cloche. Ambos são considerados os melhores hotéis em suas respectivas cidades, e oferecem uma experiência incrível para o viajante. Para quem prefere fugir das maiores cidades e procura por uma experiência ainda mais exclusiva e especial, que tal a opção de se hospedar em um castelo do século XVI que foi transformado em hotel de luxo? O Hôtel Golf Château de Chailly fica em um pequeno vilarejo nos arredores de Beaune e Dijon (mais ou menos na metade do caminho entre os dois, a cerca de 30 minutos de distância das cidades), e pode ser a chance de realizar o sonho de se “hospedar como um rei”. 🙂

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