1 dia em Heidelberg: roteiro para bate e volta saindo de Frankfurt
Vista de Heidelberg

1 dia em Heidelberg: roteiro para bate e volta saindo de Frankfurt

Em nossa estadia por Frankfurt separamos 1 dia para um bate e volta até alguma cidade próxima. Nossas pesquisas nos levaram a escolha por Heidelberg, a primeira cidade universitária da Alemanha. Heidelberg fica a cerca de 90km de Frankfurt, uma distância ideal para um passeio de 1 dia.

É possível fazer o bate e volta de carro, trem ou ônibus. Optamos pelo ônibus da FlixBus por ter o melhor custo-benefício: cada trecho do bate e volta saiu por cerca de 6 euros por pessoa, com uma duração de cerca de 1h50. A compra pode ser feita pela internet, e no dia basta apresentar o voucher pelo aplicativo ou impresso. A empresa tem ônibus modernos e super confortáveis, com vários horários ao longo do dia.

Leia também: 6 razões para viajar de ônibus na Alemanha

Flixbus
Preparando para embarcar no Flixbus. Destino: Heidelberg

Fomos num sábado, no ônibus das 9h15 (que saiu pontualmente no horário), rumo a cidade que inspirou a clássica canção alemã “Ich hab’ mein Herz In Heidelberg Verloren”, ou “Eu deixei meu coração em Heidelberg”. Será que seríamos os próximos fisgados pela beleza e os encantos de Heidelberg?

Chegada e primeiros passos em Heidelberg

Chegamos na Hauptbanhof (estação central) de Heidelberg no horário previsto (na verdade o desembarque não é exatamente na estação, mas em frente a um McDonalds que fica bem ao lado). Confirmamos que o embarque da volta seria ali no mesmo local, e partirmos para conhecer a cidade. Existe a opção de pegar um ônibus até o centro de Heidelberg, mas é perfeitamente possível ir a pé (em um ritmo leve, dá cerca de 30 minutos de caminhada). O caminho é agradável e já possibilita conhecer um pouco da cidade e da parte menos turística. Como por exemplo esse Café que a gente encontrou e parou para se esquentar:

Bäckerei Riegle
Bäckerei Riegle

Para quem preferir utilizar o transporte público da cidade, uma opção pode ser adquirir o HeidelbergCARD (1,2 ou 4 dias). O cartão dá direito ao uso ilimitado do transporte público, além de entrada grátis ou com desconto em diversas atrações de Heidelberg.

BismarkPlatz

Pra quem opta pela caminhada, a primeira “parada” pode ser feita na BismarkPlatz (que ainda não é exatamente o centro histórico da cidade, mas é bem bonita e cercada de lojas. Na época dos mercados de Natal, há um mini mercado em pleno funcionamento nessa praça.

Bismarckplatz
Bismarckplatz

HauptStrasse: principal rua do centro histórico

A partir dali, é só seguir “reto toda vida” pela HauptStrasse, a principal rua comercial de Heidelberg. A dica é caminhar com calma, aproveitando cada momento, cada fachada histórica, cada lojinha, cada ruazinha que corta a principal (e que você vai querer entrar e se perder, com toda certeza).

Heidelberg e suas ruas belíssimas e decoradas
Heidelberg e suas ruas belíssimas e decoradas

Universitätsplatz: praça da antiga universidade

Passados alguns quarteirões, você vai chegar na Universitätsplatz, a praça onde originalmente funcionava a universidade da cidade, e que hoje é um museu (não sei se ainda tem algum curso funcionando por lá). Atualmente a universidade de Heidelberg funciona em outro local, na outra margem do rio, um pouco mais afastado do centro histórico. Lembra que falamos do ônibus que sai da estação até o centro da cidade? Em geral as pessoas descem justamente aqui, na estação Universitätsplatz. A praça é repleta de construções históricas fascinantes, e sua beleza era ampliada pela decoração dos mercados de Natal com suas barraquinhas e seus cheiros e cores tão característicos. (Leia nesse post tudo sobre os mercados de Natal na Alemanha). É claro que não resistimos e compramos uma Bratwurst pra já iniciar os trabalhos. 🙂

Mercado de Natal na Universitätsplatz
Mercado de Natal na Universitätsplatz

JesuitenKirche: Igreja Jesuíta

Bem pertinho dali, no quarteirão seguinte, encontramos a JesuitenKirche (Igreja Jesuíta), de estilo um pouco diferente das demais: simples, mas belíssima. A visitação é gratuita, e pode fotografar a vontade.

JesuitenKirche - Igreja Jesuíta
JesuitenKirche – Igreja Jesuíta

Hotel Ritter

Mais uma quadra de caminhada pela rua principal, e demos de cara com a fachada do histórico Hotel Ritter, um dos mais antigos e sofisticados da cidade. É tão turístico que tinha até uma “estátua-humana” bem na frente, de vez em quando dando um susto nos mais desligados. 🙂

Hotel Ritter - o mais clássico da cidade
Hotel Ritter – o mais clássico da cidade

Heiliggeistkirche (Igreja do Espírito Santo)

Do outro lado da rua do hotel fica outra Igreja, essa a principal de Heidelberg: a Heiliggeistkirche (Igreja do Espírito Santo). Essa só conseguimos admirar por fora, pois estava com todas as portas fechadas.

Heiliggeistkirche - Igreja do Espírito Santo
Heiliggeistkirche – Igreja do Espírito Santo

MarktPlatz e KornPlatz: praças principais

Quanto mais nos aproximávamos das centrais MarktPlatz e KornPlatz, mais cheias as ruas ficavam: Heidelberg é uma cidade muito procurada pelos turistas, e com razão. Pra cada canto que olhávamos, algum detalhe da arquitetura das casas nos chamava a atenção. Ao fundo, a visão do castelo de Heidelberg sobre as montanhas deixava a paisagem ainda mais encantadora.

As 2 praças estavam tomadas pelo maior mercado de Natal de Heidelberg, e era impossível não se perder em meio as barracas e a animação das pessoas.

Mercados de Natal da MarktPlatz e KornPlatz
Mercados de Natal da MarktPlatz e KornPlatz

Funicular de Heidelberg: o mais antigo da Alemanha

Por volta das 12:30 chegamos na Heidelberger Bergbahnen, a estação de onde parte o funicular de Heidelberg, o próximo passo do nosso roteiro.

O funicular de Heidelberg é o mais antigo e também o mais moderno de toda a Alemanha, sendo talvez O grande passeio turístico da cidade. O trajeto do Heidelberger Bergbahnen possui ao todo 3 paradas possíveis: Schloss Heidelberg (o castelo, com visitação incluída), Molkenkur e a KönigStuhl. As 2 últimas são basicamente mirantes para a vista (incrível) da cidade de Heidelberg.

Existem ao todo 3 opções de ticket:
– “Upper funicular railway” (7 euros por pessoa, permitindo a parada nas 2 estações mais altas do trajeto, a Molkenkur e a KönigStuhl);
– “Lower Funicular” (7 euros por pessoa, permitindo a parada nas 2 estações mais baixas do trajeto, a Molkenkur e a Schloss Heidelberg);
– “Both”, um combinado de ambos os tickets (12 euros por pessoa, permitindo a parada nas 3 estações).

Dica: para quem adquiriu o HeidelbergCARD (1,2 ou 4 dias), o cartão dá acesso gratuito ao funicular e ao Schloss Heidelberg.

A partir do que havíamos pesquisado anteriormente, optamos pelo “Lower Funicular”. Nosso maior objetivo era mesmo conhecer o castelo, e a vista do Molkenkur já nos pareceu satisfatória (não achamos que valia a pena gastar mais 5 euros por pessoa e mais meia hora de passeio somente para um mirante mais alto). Uma dica legal sobre o Funicular de Heidelberg é quanto ao melhor horário para fazer o passeio. A maior parte dos turistas acaba chegando e indo direto para o Funicular, fazendo com que o período da manhã tenha mais filas e deixando as paradas do passeio lotadas. Se você deixar pra fazer o passeio a partir do meio dia, tende a pegar um movimento muito menor, deixando tudo mais agradável. 🙂

Heidelberg funicular http://www.bergbahn-heidelberg.de/heidelbergGips/bergbahnheidelberg/bergbahn-heidelberg.de/Stationen/Station-Kornmarkt/Der_Kornmarkt_in_der_Altstadt/kornmarkt-3.jpg http://prstevens.stonehippo.com/blog/wp-content/uploads/2012/09/488-Heidelberg-Funicular.jpg http://www.bergbahn-heidelberg.de/heidelbergGips/bergbahnheidelberg/bergbahn-heidelberg.de/Stationen/Station-Molkenkur/Molkenkur/molkenkur-5.jpg
Funicular de Heidelberg – Estação Kornmarkt

Molkenkur: 2ª estação

Embarcamos em menos de 5 minutos e fomos direto para a 2ª estação, a Molkenkur. Como dissemos, é basicamente um mirante para a cidade, com um bar e banheiros a disposição dos turistas. Tomamos até uma cervejinha produzida em Heidelberg, a primeira do dia! Aproveitamos também pra bater um papo com o dono do bar, que nos deu a dica de restaurante para o almoço, o Vetter’s Alt (falaremos mais sobre ele adiante).  Um detalhe curioso é que, por conta de ter somente ambiente externo e também pelo frio (provavelmente estava uns 2º), o bar tem aqueles cobertores quentinhos nas cadeiras para as pessoas sentarem e aproveitarem a vista um pouco mais confortáveis.  🙂

Estação Molkenkur
Estação Molkenkur
Vista e arredores da Estação Molkenkur
Vista e arredores da Estação Molkenkur

Schloss Heidelberg: um passeio pelo passado

Após uns 30 minutos e algumas fotos, voltamos ao funicular para descer em direção ao Schloss Heidelberg. Apesar do castelo “original” ter sido quase em sua totalidade destruído ao longo de diversas guerras pelos séculos, a visita é simplesmente imperdível. Ainda existem ruínas originais preservadas, mas a maior parte do castelo foi restaurada. Ao entrar pelos portões e galerias, nos sentimos viajando no tempo. São paisagens incríveis e construções impressionantes – reserve ao menos 30 minutos para o passeio.

Schloss Heidelberg
Schloss Heidelberg
Schloss Heidelberg - Internas dos muros do castelo
Schloss Heidelberg – Internas dos muros do castelo
Schloss Heidelberg - Vista da cidade
Schloss Heidelberg – Vista da cidade

Ainda na região do castelo, visitamos o Fassbau (Edifício do Barril), onde existe um dos maiores barris de vinho do mundo, datado do século XV, e na lojinha oficial. Lá em cima ainda é possível visitar o museu da Farmácia, mas a fome e o frio já estavam apertando e preferimos descer logo.

Schloss Heidelberg - Lojinha e o barril de vinho gigante do rei
Schloss Heidelberg – Lojinha e o barril de vinho gigante do rei

Onde comer em Heidelberg: Vetter’s Alt

Para o almoço, seguimos a indicação do nosso “novo amigo” e fomos até o Vetter’s Alt, quem além de restaurante, é também uma cervejaria. Ambiente legal, com decoração típica, e imensos barris de cerveja. Apesar de já ser por volta das 15h, o restaurante estava bem cheio, e sentamos em uma mesa compartilhada. Pedimos uma cerveja diferente para cada um (dunkel e saison). Pra comer, dividimos um prato principal e uma sopa: Hausmacher Riesenrostbratwurst (uma salsicha caseira com chucrute e batatas) e Hausgemachte Gulaschsuppe mit Brot (sopa de carne com pão). Foi o suficiente, já que queríamos comer rápido e ainda “guardar espaço” para comer mais comidinhas de natal ao longo do dia. A conta ficou em cerca de 30 euros no total.

Restaurante Vetter's Alt
Restaurante Vetter’s Alt

Alte Brucke Heidelberg

Após o almoço, caminhamos em direção a Alte Brucke Heidelberg, a ponte que corta o rio Neckar). Por ali está um dos portões de entrada de Heidelberg, com suas belas torres e listras vermelhas. A ideia era atravessar a ponte e conhecer um pouco o outro lado da cidade.

Como sempre, ponte é sinônimo de parada para fotos incríveis, e em Heidelberg isso não é diferente. Uma curiosidade é a estátua de um macaco logo no início da ponte, o Brückenaffe. Uns dizem que a função do macaco era zombar com os visitantes e afastar os vagabundos da cidade, outros juram que passar a mão na estátua dá sorte.

Alte Brucke Heidelberg - ponte que corta o rio Neckar e Brückenaffe - estátua de um macaco no início da ponte
Alte Brucke Heidelberg – ponte que corta o rio Neckar e Brückenaffe – estátua de um macaco no início da ponte

Heidelberg pela outra margem do rio: Philosophenweg

Após passar pela Alte Brucke, demos uma boa caminhada pela margem do rio. Em alguns pontos há painéis que mostram pinturas antigas da cidade realizadas mais ou menos do mesmo angulo, e é possível comparar a cidade atualmente com sua versão do passado.

Pintura antiga da cidade com a cidade real ao fundo
Pintura antiga da cidade com a cidade real ao fundo

Com o horário do por do sol se aproximando, pegamos uma das escadas que inicia o caminho pela Philosophenweg (o caminho do filósofo). Reza a lenda que era uma estrada utilizada pelos filósofos para pensarem e refletirem, aproveitando o clima bucólico e a bela vista da cidade. Em resumo, trata-se de uma estrada de cerca de 2km no total (mas calma, não é necessário andar isso tudo) com alguns mirantes pelo caminho com vistas privilegiadas de toda a cidade de Heidelberg. Pra quem gosta de caminhar (como é o nosso caso), vale a pena!

Philosophenweg - o caminho do filósofo
Philosophenweg – o caminho do filósofo

Descemos da Philosophenweg já com o sol se pondo e as luzes do Castelo de Heidelberg sendo acesas. Sem dúvidas ver a cidade se iluminando no cair da noite é de uma beleza indescritível.

Philosophenweg - vista da cidade
Philosophenweg – vista da cidade

Despedida de Heidelberg

Após a caminhada no frio, paramos para um merecido cappuccino quentinho na Casa Del Caffè. Claro que não resistimos a ficar só no café, e pedimos uma fatia da Linzertorte, uma torta tipicamente natalina. É uma torta que leva nozes e avelãs moídas com um recheio de frutas silvestres – um pouco seca, mas gostosa.

Saímos revigorado e fomos passear mais um poucos pelos mercados de Natal e pelas ruazinhas de Heidelberg. Foi momento também de entrar nas lojinhas. Uma que nos chamou a atenção foi a MyMuesli, uma loja especializada em…. granolas! Confesso que ainda não conhecia uma loja como essas.

Fomos lentamente caminhando em direção a estação central, mas ainda tínhamos tempo para jantar e nos despedir de Heidelberg em grande estilo. Nossa programação era jantar no Schnitzelbank, o restaurante nº 1 da cidade pelo Trip Advisor. Chegamos lá até relativamente cedo, por volta das 19:30, mas infelizmente não foi possível: o restaurante é minúsculo, estava lotado, com fila, e o próprio dono disse que não adiantava esperar que não teria mesa. Foi uma pena, quebrou nosso planejamento e nos obrigou a fazer uma das piores coisas que um turista pode fazer: escolher um lugar qualquer pra comer, sem pesquisa prévia.

Acabamos jantando no Zum Weissen Schwanen, um dos restaurantes da rua principal. Dividimos somente um schnitzel com salada de batatas e uma cerveja. Tivemos um bom atendimento, e o local tem preços razoáveis, mas a experiência final foi ok, definitivamente nada de especial.

Zum Weissen Schwanen - restaurante da rua principal
Zum Weissen Schwanen – restaurante da rua principal

Voltamos novamente caminhando até a estação central, e pegamos o ônibus por volta das 22:25, com chegada prevista para 23:55 em Munique. Aqui vai mais uma dica, principalmente no inverno: sentimos que poderíamos tranquilamente ter voltado por volta das 21h, e chegado mais cedo (e mais descansados) na nossa cidade-base. O tempo de 8 horas corridas seria mais que suficiente pra um bate e volta bem completo, conhecendo o principal da encantadora cidade de Heidelberg.

Gostamos bastante da experiência, e recomendamos esse passeio pra quem estiver com um dia “sobrando” no planejamento de Frankfurt. Abaixo, um mapa com o resumo de todo o roteiro e os principais pontos que citamos no texto.

E você, já foi a Heidelberg? Deixou seu coração por lá? Conta pra gente como foi! 🙂

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O que fazer em Frankfurt: Roteiro de 4 dias
11 sugestões de presentes para trazer da Alemanha
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Onde ficar em Heidelberg

Consulte o mapa para encontrar as melhores opções de hotéis e apartamentos para se hospedar em Heidelberg, na Alemanha.

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Mais atividades em Heidelberg

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Augusto
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Augusto
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7 comentários
    • Fala Erick, vê se agora as fotos estão ok? Estávamos com um problema no servidor e precisamos subir as fotos novamente. Abs e valeu pelo aviso! 🙂

      • Olá @augustolohmann:disqus, desculpa a demora, não recebi qualquer email informando sua resposta, só agora que vi (porque estava respondendo outra publicação e vi a notificação no widget do Disqus).

        De qualquer forma, sim, agora tu está aparecendo bem. Obrigado por reenviá-las. Grande abraço!

  • Estou adorando o Blog. Muito útil. Gstaria de saber um detalhe. Vcs fizeram essa viajem no período do inverno, próximo ao natal. Correto? E o Clima? Foram possíveis todos esses passeios sem congelar? Estou pensando em ir pra Munich em Dezembro depois do dia 20. Mas queria se possível algumas dicas. Obrigada E parabéns pelo Blog.

    • Que legal Cassia, obrigado pelos elogios! Ficamos felizes que esteja curtindo os posts. 🙂
      Sobre a sua dúvida, nós viajamos no final de novembro/início de dezembro. Teoricamente é um pouco menos frio do que nessa época que você vai, mas já é bem frio sim. A primeira dica que a gente pode dar é em relação a mala de viagem: https://www.viajaredemais.com.br/por-tema/planejamento/10-itens-essenciais-para-mala-de-viagem-no-inverno/

      Quanto a sensação de frio, depende de pessoa pra pessoa. Estando bem agasalhado, é possível aproveitar tudo. Outra dica é de tempos em tempos entrar em um café pra se esquentar e tomar um capuccino rapidinho. Ajuda bastante. Rsrs

      Por último, o que mais atrapalha mesmo é o fato dos dias serem mais curtos. Por volta das 16h já está escurecendo, então tem que aproveitar muito bem o dia claro. A dica aqui é planejar muito bem a sua viagem, pra não perder muito tempo decidindo as coisas em cima da hora.

      A gente tem posts sobre Munique também, espero que te ajude! Um abraço, e “volte sempre”! 🙂

  • Oi pessoal, minha primeira visita ao blog e eu adorei o primeiro post! Muito informativo, ótimas fotos, bem escrito e editado! Parabéns, ganharam uma leitora!!! AMEI

    • Oi @alineguimares:disqus , que bom saber que está gostando dos nossos posts! Se puder, segue a gente tb no facebook.com/viajaredemais.oficial pra acompanhar todas as novas postagens. E sempre que quiser, fique a vontade para comentar, dar seu feedback,ou contribuir com suas experiências. Um abraço! 🙂

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